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Logomarca do Portal Saúde Amanhã, com o texto "Saúde Amanhã - Prospecção estratégica do Sistema de Saúde Brasileiro"

Mapear e divulgar os rumos da saúde no Brasil. Com estes objetivos, foi lançado o Portal Saúde Amanhã, fruto de esforços conjuntos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Ministério da Saúde. A parceria, que resultou no livro A Saúde no Brasil em 2030:  Diretrizes para a Prospecção Estratégica do Sistema de Saúde Brasileiro, buscou reunir e tornar públicos estudos de especialistas em diversas áreas, apresentando uma prospecção sobre o sistema de saúde no país para os próximos anos e traçando diretrizes possíveis a partir das óticas “Otimista e Possível”, “Pessimista e Plausível” e “Inercial e Provável”.

Por Paula Lacerda
Imagem apresenta debatedoras e mediador da roda de conversa sentados em sofás, com livros ao fundo, na Biblioteca de Manguinhos

Uma roda de conversa realizada pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict), na Biblioteca de Manguinhos, na Fiocruz (Rio de Janeiro), no dia 15/5, marcou o lançamento do site PenseSUS - A reflexão fortalece essa conquista.

Por Claudio Oliveira (Icict/Fiocruz)

O Tribunal de Contas da União (TCU) divulgou em abril deste ano o FiscSaúde, primeiro relatório sistêmico de fiscalização da saúde no Brasil, produzido durante 2013, a partir do estudo de diversos documentos, da visita a 116 hospitais de todas as regiões brasileiras e de entrevistas com gestores, representantes do Judiciário e de conselhos profissionais. Os técnicos do órgão avaliaram os serviços de saúde brasileiros por meio de diversos indicadores e constataram: o maior problema do sistema de saúde no Brasil é a desigualdade entre as regiões do país. Segundo o relatório, enquanto alguns estados apresentam indicadores semelhantes aos dos países desenvolvidos, a performance de outros está mais próxima do desempenho de países africanos.

Por Clarisse Castro (Icict/Fiocruz)
Capa do manifesto do Cebes, em cor vermelha, apresentando o título do documento - Por que defender o Sistema Único de Saúde? - e uma série de mãos destacadas em branco e também no fundo

Para informar cidadãos, esclarecer dúvidas, instrumentalizá-los e oferecer subsídio para os debates da agenda da saúde nas eleições e da próxima Conferência Nacional de Saúde, foi lançado pelo Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) o manifesto Por que defender o SUS? Diferenças entre Direito Universal e Cobertura Universal de Saúde.

Fonte: Ensp/Fiocruz e Cebes

Pensar sobre política de saúde no Brasil e a importância do Sistema Único de Saúde (SUS) é o objetivo do site PenseSUS – A reflexão fortalece essa conquista, que a Fiocruz lança no dia 15/5, às 13h30, na Biblioteca de Manguinhos, no campus de mesmo nome, no Rio de Janeiro. O evento será aberto ao público e contará com uma roda de conversa sobre o tema "Internet e direito à saúde: experiências e perspectivas para o SUS".

Entre as questões de debate estão: o exercício do direito à saúde por meio da internet; o papel da rede no debate público e no controle social da saúde; as práticas em defesa do SUS na internet; e a regulação da rede mundial de computadores no Brasil, a partir da recente aprovação do Marco Civil da Internet.

Fonte: Portal Fiocruz
Foto do entrevistado Carlos Octávio Ocké-Reis

O economista Carlos Octávio Ocké-Reis iniciou sua pesquisa sobre os impasses do mercado dos planos de saúde no final da década de 1980, ao ingressar na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Seu objetivo era identificar alguns entraves a serem vencidos pelo sistema de saúde, nos setores público e privado. As muitas reflexões resultaram no livro SUS: o desafio de ser único, lançado pela Editora Fiocruz em 2012. Segundo ele, o setor privado mais prejudica do que ajuda o SUS, já que subtrai recursos que poderiam ser investidos no setor público. Hoje, como economista do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), ele aponta soluções para vencer o desafio da universalidade.

 

Por Vivi Fernandes de Lima
Na foto, o perfil do rosto de três homens, de idades diferentes, com um céu azul de fundo

Eles são fortes e não choram. Os homens carregam a fama de invencíveis no imaginário de muitas populações. No entanto, o tempo já provou que não é bem assim, e o Sistema de Informação de Mortalidade do Ministério da Saúde confirma: há mais óbitos masculinos do que femininos. Segundo os dados mais recentes, de 2011, foram registradas 665.551 mortes de homens e 504.415 de mulheres em todo o país. Eles vivem, em média, menos sete anos do que elas, e estão mais vulneráveis a doenças do coração, câncer, diabetes e à elevação do colesterol e da pressão arterial.

Por Vivi Fernandes de Lima

O Sistema Único de Saúde (SUS) completou 25 anos em 2013 e a ocasião impulsionou uma série de debates em instituições do setor de saúde no Brasil sobre seus principais desafios e conquistas. Na Fiocruz, a agenda de atividades inspirou o Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC) do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) a criar o site PenseSUS, como uma plataforma para reunir diferentes conteúdos sobre a política nacional de saúde. 

Por Marina Maria (PenseSUS)

A organização da 15ª Conferência Nacional de Saúde segue com os preparativos iniciais. A edição será realizada em 2015 no Distrito Federal e, de acordo com a assessoria de imprensa do Conselho Nacional de Saúde (CNS), as datas e locais das etapas municipais, estaduais e federal, assim como a definição dos principais temas a serem debatidos, serão divulgadas após reuniões entre o órgão e o Ministério da Saúde, prevista para acontecer em fevereiro de 2014.

Paula Lacerda
Imagem da home do site PenseSUS

Aos 25 anos de idade, o Sistema Único de Saúde (SUS) representa uma das maiores conquistas brasileiras nos últimos tempos. Concebido no seio da Reforma Sanitária, parte essencial da abertura democrática pela qual passou o país, sua existência representa um avanço muito mais importante do que costuma ser levado ao conhecimento da população brasileira. Ao mesmo tempo, o sistema acumula alguns grandes desafios e problemas - um deles a própria dificuldade em consolidar a participação social, elemento-chave para que se efetive a ideia de saúde integral, universal e equânime.   

Por Claudio Oliveira (Icict/Fiocruz)

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